TAG: Coisas que detesto

Estava rolando no Facebook uma imagem com os seguintes dizeres: “Prove que você me conhece: Cite uma coisa que eu detesto”. Em minha opinião, detestar ou odiar algo é uma coisa bastante forte, e, por isso mesmo fiquei curiosa para ver o que os meus amigos, colegas e amigos virtuais iriam dizer e compartilhei. Embora não tenha sido uma postagem super comentada, me surpreendi com as respostas e decidi começar, aqui no blog uma TAG sobre o assunto. Vai funcionar assim: Você posta a imagem no seu Facebook (Criei uma imagem aqui pro blog para não usar a da outra página, pois não sei se haveria problemas utilizar a já existente), deixa lá por algumas horas e depois escreve um texto para o seu blog comentando as respostas dos seus amigos e indicando outros blogs para responder.

Em geral, meus amigos me surpreenderam e acertaram muitas coisas. Como não foram tantos comentários, irei seguir a ordem das respostas deles:

  • Esperar o ônibus: Sério, sempre me estresso, acho que vou perder compromissos, saio de casa duas ou três horas antes do horário dependendo do percurso que terei que fazer… Realmente esperar o ônibus está naquela lista de coisas do dia a dia que eu não curto. Mas vamos combinar: Pior que esperar é pagar super caro por um serviço que é um direito e ainda viajar espremida feito sardinha enlatada, em pé e sendo jogada de um lado pro outro. (Eu devo reclamar bastante disso no facebook, afinal, a amiga que escreveu isso NUNCA ficou no ponto de ônibus comigo, né Ângela?)
  • Jair Messias Bolsonaro: Da lista todinha, essa foi a resposta que citou algo/alguém que desperta meu ódio e desprezo mais profundos. Sério: O cara é machista, homofóbico e se orgulha disso! As coisas que ele já falou em entrevistas e na Câmara são de arrepiar e de envergonhar as pessoas de bem! E ainda homenagear um torturador cara a cara com uma mulher que foi vítima dele? Impossível. Odeio mesmo, a ele e a todas as ideias que ele representa. Não dá! Paulo acertou em cheio! (E não, eu não te odeio, apesar de você aparentemente gostar dessa figura horrível)
  • Gogoboys: Eu sei que numa conversa de grupo no WhatsApp eu disse que detestava gogoboys. Na verdade, não detesto. É uma profissão honesta e artística como qualquer outra. Quando disse que detestava foi por uma brincadeira onde disseram que iriam levar alguns até a porta da minha casa e, sério: Não vejo graça nenhuma em ver gogoboys, então, dispenso! Mas não odeio! Mas foi uma boa lembrança Rosa!
  • Comer bichinhos/carne/salsinha: Gente, sério que vocês lembraram falar de comida nesse post? Ri muito! Mas é verdade, não curto comer os animais, eles são meus amigos e não minha comida! Luisa, Lili, Luciana e Jackeline acertaram!
  • S: Felipe quis tirar uma onda com uma piada particular e acabou despertando uma onda de coisas com S que eu não gosto: “Seara”, “Sadia” (indústrias), Sangue, Sexo, Salsicha… kkkk
  • Sangue: Eu não posso detestar algo que está dentro do meu corpo! Mas confesso que não gosto de ver sangue ou tocar nele, seja sangue de carne no mercado (Quem trabalhou comigo sabe como me irritava as peças de carne no caixa) ou quando alguém se machuca perto de mim. Dá aflição!
  • Sexo: É a origem biológica da vida, então não é algo tipo “detesto e quero que seja banido do universo”, mas de certa forma o Rafael acertou: Não curto, não acho interessante e não tenho a mínima vontade – A única parte boa do sexo deve ser quando se mora com a pessoa e pode acordar no dia seguinte de madrugada e fazer aquele café da manhã com direito a pão e bolo fresquinho… Ou então ficar vendo o(a) parceiro(a) dormir. De resto acho invasivo, desconfortável, tedioso e só por muito amor eu me submeteria a uma situação dessas… (Por favor, não se choquem)
  • Michel Temer: Acredito que meus amigos perceberam a importância da participação política na minha vida. Como militante da esquerda, para ser específica, do PSOL, não tem como não detestar um vice presidente que comete a traição que o Temer cometeu, assume a presidência e aprofunda situações que já estavam ruins, aprovando medidas que curto, médio e longo prazo tiram direitos das pessoas, principalmente das pessoas mais humildes – PEC 55; Reforma da Previdência, Reforma do Ensino Médio, Terceirização… Onde iremos parar? Não é nenhum absurdo sonhar com um país onde uma pessoa possa optar por qualquer profissão tendo a certeza de que terá uma vida digna! Um país com menos competitividade entre as pessoas, menos “puxadas de tapete” para “subir” a qualquer custo e garantir o mínimo de dignidade (ou seja: saúde, educação, comida na mesa). O (des)governo Temer está fazendo o trabalhador pagar um preço alto por erros que são apenas dos atuais governantes. Rose, acertou! #ForaTemer
  • Não tirar fotos para ter recordações: Sério, Verônica lembrou uma coisa que eu detesto – estar com pessoas que amo e não tirar uma foto pra recordar o momento (vai que um dia eu bato a cabeça e perco a memória? É importante ter fotos para ajudar a relembrar coisas especiais). Amei a lembrança!

Então, gostaram da TAG? Vou listar alguns blogs, mas está aberto para quem mais quiser responder!

Abraços!

Blogs Indicados (Não esqueçam de me dizer quando responderem, estou curiosa!)

Coisas de Clarinha

Mire na Lua

Hello

Amor e outras drogas

Patriamarga

Lots of love,Your 10th Grade Students

The Vampire Diaries – As emoções finais

Foram oito anos acompanhando, torcendo, chorando e se apaixonando. Quem é fã sabe a ansiedade entre o último episódio de uma temporada e a confirmação da data do primeiro episódio da próxima. E, feliz ou infelizmente, uma hora aquela notícia tão temida aparece nos sites: Última temporada. E assim aconteceu com The Vampire Diaries, série que foi ao ar entre Setembro de 2009 e Março de 2017 e emocionou muita gente com seus personagens repletos de luz, trevas, batalhas internas e romances impossíveis ou quase impossíveis. Houve mortes que tiraram o espectador do chão ao desfazerem finais aparentemente felizes. Houve personagens incompatíveis que criaram laços e formaram casais fofos. E houve muita ação e momentos engraçados. The Vampire Diaries, apesar de inspirada numa coleção de livros com o mesmo nome, escritos por Lisa Jane Smith, a série de televisão tem diferenças muito grandes em relação aos livros.

Para quem ainda não assistiu, vale a dica: Assistam! Vale a pena cada capítulo! E, para os fãs que já estão sentindo-se órfãos de uma das melhores séries de todos os tempos, vale lembrar que ainda temos “The Originals”, spin-off da série que acompanha a vida da família Mikaelson, os vampiros originais, na cidade de Nova Orleans. Embora The Originals não seja uma série tão romântica quanto foi The Vampire Diaries, ela tem um elenco incrível e uma trama bem traçada – Ou seja: Assistam!

 

Desafio Cinetoscópio #13 – Um filme que te fez dar boas gargalhadas

Caramuru – A invenção do Brasil. Filme nacional, indicado pelo meu professor no segundo ano da faculdade. Na época, não assisti. Parecia tão desinteressante, sei lá, que me perdoem os fãs, mas geralmente acho os filmes do gênero comédia com o Selton Mello muito forçados no quesito comédia. O tempo passou, a faculdade acabou e, esses dias, pesquisando em antigas anotações da universidade, encontrei esse nome escrito a lápis num cantinho – Decidi assistir – Precisava descansar dos estudos e da vida por alguns momentos. Continuo achando um pouco forçada a atuação do Selton Mello, mas ainda assim, até que foi um filme divertido – posso criticar bastante a objetificação do corpo feminino, a malícia que os roteiristas do filme tentam nos fazer acreditar que fazia parte do dia a dia dos indígenas brasileiros (quando sabemos que, na verdade, foram eles os que perderam com a invasão portuguesa nessas bandas de cá). Enfim, o filme, eticamente falando, tem vários pontos negativos, mas, ainda assim me fez rir muito. Não sei se eu indico a vocês, acredito mesmo que não – Usem seu tempo pesquisando a história verdadeira de Caramuru e Paraguaçu, ou lendo, ou assistindo outros filmes. Caramuru – A invenção do Brasil. Filme nacional, indicado pelo meu professor no segundo ano da faculdade. Na época, não assisti. Parecia tão desinteressante, sei lá, que me perdoem os fãs, mas geralmente acho os filmes do gênero comédia com o Selton Mello muito forçados no quesito comédia. O tempo passou, a faculdade acabou e, esses dias, pesquisando em antigas anotações da universidade, encontrei esse nome escrito a lápis num cantinho – Decidi assistir – Precisava descansar dos estudos e da vida por alguns momentos. Continuo achando um pouco forçada a atuação do Selton Mello, mas ainda assim, até que foi um filme divertido – posso criticar bastante a objetificação do corpo feminino, a malícia que os roteiristas do filme tentam nos fazer acreditar que fazia parte do dia a dia dos indígenas brasileiros (quando sabemos que, na verdade, foram eles os que perderam com a invasão portuguesa nessas bandas de cá). Enfim, o filme, eticamente falando, tem vários pontos negativos, mas, ainda assim me fez rir muito. Não sei se eu indico a vocês, acredito mesmo que não – Usem seu tempo pesquisando a história verdadeira de Caramuru e Paraguaçu, ou lendo, ou assistindo outros filmes.

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Brisas de Março

A brisa sopra lentamente os dias… Quase é possível ver as folhas do calendário sendo levadas para algum lugar. Parece que o ano novo chegou ontem e, no entanto, já estamos em Março. O horário de verão já acabou e as noites irão chegar mais cedo com sua carga de melancolia. As manhãs, pouco a pouco, irão demorar mais para raiar. Nos últimos anos comecei a me atentar mais aos meses – Janeiro com sua carga de recomeço e ansiedade. Janeiro é o mês que me traz a lembrança de um término doloroso, de um grande amor que não chegou sequer a se consumar como um amor de verão, já que acabou antes da estação dizer adeus. Janeiro que me traz também a alegria de saber que esse grande amor se tornou uma amizade, uma das únicas em que eu posso confiar. Janeiro e o primeiro dia do ano, dia de saudar o Sol na praia dizendo a si mesma que o ano será melhor. Este ano o primeiro mês me deixou uma marca ruim: A saudade de um amigo que, sem motivos, deixou de conversar comigo.Fevereiro, mês do aniversário da minha mãe, Fevereiro sempre carnavalesco, repleto de uma alegria vazia e daquela sensação de ver, junto aos confetes, pedaços de corações partidos por essa cultura estúpida do “pega e não se apega” que se alastrou pela sociedade. Fevereiro do samba, do funk, das ruas cheias. Fevereiro que geralmente me mantém trancada em casa e que este ano me surpreendeu com uma festa de música eletrônica onde meus pensamentos ficaram, por algumas horas, guardados e inaudíveis, e meu corpo se deixou levar apenas por aquela música.

E agora, de repente, já é Março. Março me traz a triste lembrança da despedida de um cantor que eu sonhei conhecer e não consegui: Chorão. Março me trás a lembrança de que as aulas finalmente começam com ritmo regular – e por falar em aulas, Março me lembra que em 2013, nas aulas de canto, bem nesse início de semestre, eu conheci o homem-menino que hoje é meu melhor amigo, e isso basta para me fazer sorrir. Mas esses são fatos que ficaram gravados na memória e perdidos no tempo. A pergunta que não quer calar é: O que irá preencher essas trinta e uma páginas que esse mês me está trazendo? Surpresas boas, espero. Convivência com pessoas que amo? Queiram os deuses que sim! Muitos estudos? Com certeza! Livros? Filmes? Ensaios? Definitivamente, tomara que sim! Alguns mergulhos no lado obscuro da alma? Talvez… Espero conseguir compartilhar muitas resenhas, muitos poemas, muitas canções e muitas fotos aqui e na  página do blog no Facebook, por isso, fica o convite para que curtam a página e conheçam um pouco mais do mundo que esta poetisa que vos fala traz dentro de si.

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Como pude minh’alma perder

Como pude minh’alma perder
Por uns caminhos misteriosos
Na contemplação duns olhos langorosos
Ah, como pude minh’alma te prometer

Naquela noite sem saber
Trilhei caminhos silenciosos
Permeado de desejos indecorosos
Ah, como pude minh’alma perder?

Embriagada de amor eu quis sorver
O fulgor dos teus olhos luminosos
Que encontraram os meus olhos esperançosos
Ah! Como pude minh’alma te prometer?

Em meu abraço imaginei te prender
E me enlaçar em teus braços vigorosos
Corpo e alma por teu calor sequiosos
Ah! Como pude minh’alma perder?

Em teus olhos pensei entrever
O amor e seus sonhos virtuosos
Sonhos de dias venturosos
Ah! Como pude minh’alma perder?

E no céu estrelado tentei prever
Nossos futuros, nossos carinhosos mimos
Nosso idílio – dias voluptuosos
Ah! Como pude minh’alma perder

A realidade distante do querer
Sonhos de amor – Enganosos
Brilham em teus olhos carinhosos
Ah! Como é doce a alma perder

O amor,o sorriso e o sofrer
Encontrei nos caminhos sinuosos
Destes teus olhos bondosos
Ah! Quero sempre em você me prender!

(2013)

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Sobre a ditadura da beleza vs liberdade e bem estar

Se você é mulher, sabe que a sociedade nos constrange o tempo todo a fazer coisas que muitas vezes não queremos fazer – muitas vezes parece que não somos donas dos nossos corpos. Usamos roupas desconfortáveis, justas, sapato de salto muito alto ou bico muito fino. E temos que sorrir. Sorrir sempre. O cabelo alinhado, a maquiagem perfeita. O seu mundo pode estar desmoronando, mas você precisa estar impecável. E então você olha para o lado e percebe que aquele teu amigo (que todas as meninas acham gato, perfeito, espetacular), só precisa tomar um banho, colocar um jeans confortável e uma camiseta e já está brilhando e fazendo sucesso nos passeios, baladas, no colégio, na faculdade, no role. Certo?  Só se você assumir pra si mesma que isso é certo!

Ano passado, em Setembro, fui assaltada quase na porta de casa – fiquei sem cartão de transporte, sem dinheiro, sem um tablet, sem a chave, sem documentos e, sem maquiagem! Toda a minha maquiagem estava na bolsa! Duas semanas depois, me sentindo nua e com a auto-estima no chão, decidi começar a pesquisar preços de maquiagem, mas já que desta vez eu teria que comprar (as que eu tinha fui acumulando por ganhar de presente em datas como Natal/Aniversário ou então havia comprado em lojas populares, daquelas bem simples mesmo), resolvi que iria comprar tudo de marcas veganas – nada de testes em animais! Nessa mesma época uma amiga me emprestou um livro sobre feminismo e eu me dei conta do quanto a sociedade se intromete no relacionamento entre a mulher e seu próprio corpo. E pensei: Eu preciso mesmo de maquiagem? A falta do cosmético está fazendo uma diferença real na minha vida? Não estava. Decidi aguardar mais um tempo e, em seguida, decidi que não compraria mais esse tipo de produto.

Depois de algumas semanas, acabei percebendo que, além de não me acrescentar nada, o uso de maquiagem é prejudicial ao meio ambiente – A fabricação e o transporte do cosmético e de suas embalagens com certeza consomem água, energia e de alguma forma, polui.  Eu sou mulher, luto pelo veganismo por amor aos animais, preocupo-me com o meio ambiente e, por isso tento antes de comprar qualquer coisa analisar os impactos disso na minha saúde e no meio ambiente através de algumas perguntas:

  1. A fabricação e transporte dessa mercadoria poluiu o meio ambiente? Causou danos? Testou em animais? (Infelizmente a maioria dos produtos tem sim como resposta)

      2. O consumo gera lixo desnecessariamente?

       3. O uso dessa mercadoria é indispensável e vai me trazer um benefício real?

        4. Essa mercadoria faz bem para a minha saúde?

 No caso da maquiagem, não há beneficio pra saúde, não há indispensabilidade no uso e há poluição e gasto de energia. Qual a razão para utilizarmos? Além de que, depois que inventaram filtros para fotos, quando dá vontade de estar com um rostinho diferente, é só dar uma alteradinha na foto! E assim lá se vão cinco meses praticamente sem utilizar maquiagem, nem esmalte! No inicio eu me sentia estranha, achava que meus amigos iriam notar e me achar menos bonita, que o universo iria entrar em um colapso estranho. Nada disso aconteceu! Estou aqui, recebo curtidas nas fotos do Facebook, meus amigos sequer notaram a ausência do cosmético. Eventualmente terei que utilizar, quando for fazer alguma figuração (coisa rara nos últimos anos), talvez ocorra aquela “recaída” vez ou outra (espero que não), mas ainda assim esses meses sem maquiagem tem sido uma experiência interessante, além de ter melhorado muito a minha pele.

E vocês, amigas leitoras? Já fizeram a experiência de abrir mão da maquiagem? É uma quebra de padrões saudável e estimulante.

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Desafio Cinetoscópio #12 – Um filme com um final surpreendente

O décimo segundo desafio do “Desafio Cinetoscópio dos trinta filmes” propunha que se indicasse um filme com final surpreendente. Há vários filmes que se enquadrariam nessa categoria, mas um que assisti anos atrás me surpreendeu bastante. Trata-se de “Os outros” – Um filme que se passa pouco após o final da segunda guerra e conta a história de uma mãe e seus dois filhos que possuem uma rara alergia a luz e precisam ficar sempre no escuro. A família ainda guarda esperanças de que o marido – que fora pra guerra – retorne. A mãe das crianças é bem nervosa, o que torna tensa sua  a convivência com os filhos . No decorrer da história a família passa a ter problemas com fantasmas – O que nos levará ao desfecho surpreendente.

Apesar do cenário escuro e do suspense, o filme não é aterrorizante, então mesmo aqueles que não gostam de terror irão assistir tranquilamente. Vale comentar também que o enredo consegue prender a atenção e o elenco é muito bom. Por outro lado, o filme não é novo, então talvez muita gente já tenha assistido.

E vocês? Qual filme na opinião de vocês tem um final surpreendente?

O décimo segundo desafio do “Desafio Cinetoscópio dos trinta filmes” propunha um filme com final surpreendente. Há vários filmes que se enquadrariam nessa categoria, mas um que assisti anos atrás me surpreendeu bastante. Trata-se de “Os outros” – Um filme que se passa pouco após o final da segunda guerra e conta a história de uma mãe e seus dois filhos que possuem uma rara alergia a luz e precisam ficar sempre no escuro. A família ainda guarda esperanças de que o marido – que fora pra guerra – retorne. A mãe das crianças é bem nervosa, o que torna tensa sua  a convivência com os filhos . No decorrer da história a família passa a ter problemas com fantasmas – O que nos levará ao desfecho surpreendente.

Apesar do cenário escuro e do suspense, o filme não é aterrorizante, então mesmo aqueles que não gostam de terror irão assistir tranquilamente. Vale comentar também que o enredo consegue prender a atenção e o elenco é muito bom. Por outro lado, o filme não é novo, então talvez muita gente já tenha assistido.

E vocês? Qual filme na opinião de vocês tem um final surpreendente?

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Meu olhar já não pranteia

Meu olhar já não pranteia
O amor que n’alma falta
Pois n’alma a paixão o fogo ateia
Que pela pele arde, pelos olhos salta

E a Lua que o céu prateia
É a confidente a quem incauta
Sussurro o segredo que incendeia
Meu coração até noite alta

E noite adentro o céu contemplo
Dos olhos jorram lágrimas de saudade
Tão tristes! Da solidão torno-me templo

Oh, Cupido! De mim tem piedade
Pois quase me afogo no profundo e amplo
Mar das minhas lágrimas de saudade

(2013)

 

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Sucumbe meu olhar ao pranto

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Ninguém que me cante um acalanto
Ninguém que me apresente da paixão o calor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Volvendo os olhos ao céu eu canto
Implorando ao cupido que me dê seu favor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Não conheço o langue encanto
Do prazer desconheço o tremor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Sozinha, quase esquecida num canto
Escrevo poetando minha dor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
N’alma não criei o doce recanto
Onde nasça da paixão a flor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor
Meia noite eu me levanto
E confidencio à Lua o meu dissabor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor
Dia a dia o meu desencanto
Das minhas primaveras sem flor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Já não choro por não ter um Amor!
Cupido atendeu ao meu canto
Meu coração agora é puro amor!

 

(Um eu vou saber compor e farei deste poema uma canção. Bambino, você me ensinou a amar. Você pode não saber disso, mas você é o meu amor, mesmo que jamais seja recíproco, ainda assim, você traz luz para minha alma tão solitária).

(2013)

 

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