Só mais um dia – Mudança de hábitos

Acho que já comentei em alguma postagem sobre meus dias insanos. Não é fácil morar na periferia, depender de ônibus para ir até o trabalho em outra cidade e ainda estudar em uma terceira cidade. São muitas horas fora de casa, muito peso na mochila, muito sono e muito sedentarismo. Resultado: Cansaço, falta de ânimo e uns quilos além do desejado. Não é esse o “pacote” que sonhei para a minha vida. Nunca foi. Então, dia 31 de Outubro – Benditas sejam as Bruxas, sábias e protetoras da natureza – eu tomei uma decisão que jamais imaginei tomar: Estou pagando para ser torturada! Fiz matricula em uma academia. Agora, chego do curso por volta das 22:30h e ainda me exercito até meia noite antes de ir para casa e desabar na cama. Loucura? Sim, mas é o único jeito de sair do sedentarismo no meu atual momento. E como nenhuma decisão maluca vem sozinha, decidi parar com a coca cola. Hoje completo 39 dias sem a bebida que foi um vício por muito tempo (seriam 40, mas bebi meio copo no meu aniversário). Nunca imaginei que fosse tão difícil mudar esse hábito – A falta da coca cola tem me deixado com mais fome, instabilidade de humor e falta de concentração. Poucas vezes bebi outro refrigerante (acredito que duas ou três latinhas de Citrus que tinha em casa), e pretendo em 2020 não beber nenhum tipo de refrigerante. Cada vez mais tenho acreditado que devemos mudar radicalmente nossos hábitos de consumo – pode parecer clichê, mas o bom e velho descascar mais, desembalar menos parece ser afinal uma ótima saída para o meio ambiente e para a nossa saúde. Vou conseguir chegar ao ponto “lixo zero” da vida? Em 2020 não, e nem sei se algum dia, mas preciso fazer a minha parte por mim e pelo planeta, não é verdade? Até aqui os resultados estão sendo bons: Três quilos a menos sem dietas malucas, uma economia de aproximadamente R$90,00 com refrigerante nesse período e menos lixo gerado para o meio ambiente (Em casa eu utilizava as garrafas retornáveis, mas na rua sempre acontecia de beber uma pet 600ml ou latinha). E vocês? Quais hábitos mudaram nos últimos meses para melhorar a própria vida e ajudar o planeta? 

 

_____________________________________________________________

Gostou do texto? Não esquece de seguir a página Devaneios e Poesias lá no Facebook e o Instagran @poetisa_darlene

 

Faço de ti poesia

Faço de ti poesia
Quando nossos olhos se cruzam
Quando nossas mãos entrelaçam
Quando raia um novo dia

Traço no papel nossa história
Te imortalizo em meus versos
Adentro teus universos
Te guardo na memória

Perdida em teu corpo, descubro quantas sou
Atada em tuas masmorras, minh’alma alça voo
E voando em teu céu
Colho teus beijos, me embriago em teu mel

Faço de ti poesia
Quando as horas lá fora correm
E meus beijo te percorrem
Navegando em calmaria

Faço de ti poesia
Quando a entrega do corpo é urgente
Quando te ver me faz lago fervente
E nos perdemos em desejo e fantasia

Faço de ti poesia
Quando meus olhos se enchem d’água
Nos momentos de despedida
Quando a saudade inunda, deságua
Poucos momentos após a partida

Faço de ti poesia
No encontro, na partida, na distância
Guardo teus traços e nossos momentos
Te escrevo em meus sentimentos

Faço de ti poesia
E em meus versos
Te entrego meus universos
No anoitecer de mais um dia

Dica Literária: Cem escovadas antes de ir para a cama – Melissa Panarello

Lembro de estar folheando uma revista qualquer quando me deparei com uma pequena resenha sobre o livro da italiana Melissa Panarello. Eu tinha dezessete anos e pouco interesse por sexo ou erotismo – Confesso que já havia lido alguns livros considerados “quentes”, como Sidney Sheldon , D.H Lawrence ou a francesa Régine Deforges com seu “Diário Roubado” ou sua coletânea “A bicicleta azul” – Inclusive, acredito que apesar de serem livros considerados “impróprios”, não representaram um dano para a minha formação – Eu apenas lia desatentamente as cenas mais românticas/eróticas, como quem pensa “mas o que leva dois adultos a fazerem isso?” e não raro, eram as represálias de professores ou familiares que me diziam que o livro não era para a minha idade (não adiantava nada, afinal, minha mãe e eu sempre tivemos ótimas conversas e eu jamais fui proibida de ler algo). Voltando ao livro da Panarello: Eu, em meus dezessete anos, após ler a resenha na revista, comecei a procurar pelo livro. O motivo? A autora, ainda adolescente, foi expulsa do colégio onde estudava pelo fato de ter escrito a obra. Trata-se de um diário e, na conservadora cidade italiana onde vivia, causou choque e comoção. Eu precisava ler! Pela primeira vez, não estava buscando títulos entre os livros da minha mãe ou os da biblioteca, nem procurando ler as obras exigidas nos vestibulares. Eu queria ler o livro considerado erótico e chocante, escrito por uma menina apenas um ano mais velha que eu! Afinal, já nessa época, eu escrevia meus primeiros rascunhos e sonhava me tornar escritora! Como ela havia conseguido? O que eu precisaria fazer para completar uma história? A ansiedade pela leitura era enorme. E assim, após uma pequena procura e pouco antes dos meus dezoito anos, ganhei o livro e li em uma única tarde. Li outras vezes com calma. Guardei por um tempo e depois doei na biblioteca da escola em que eu estudava – Confesso que guardo curiosidade de saber se ainda está lá. Ontem, ao visitar a 9ª Festa do Livro, encontrei um exemplar na banca para “adoção”. Não peguei. A história já não me diz nada, tantas foram as leituras e releituras. Mas tirei uma foto para publicar na página junto com o resumo.

         A história é chocante por ser real. Melissa é uma menina tímida, insegura e acaba pulando várias etapas que deveriam ser de descobertas poéticas e corações partidos, caindo direto no redemoinho intenso do sexo casual e de diversos fetiches. O erotismo é latente, permanente, mas não vulgar – Melissa consegue escrever de uma forma ao mesmo tempo elegante e instigante e isso faz o leitor prender o fôlego. O filme, lançado anos depois, modificou a história e retirou a sensibilidade do texto, deixando uma pornografia sem graça – foram quase duas horas perdidas diante da televisão! Portanto, se você leitor ou leitora, se interessou pela obra, leia o livro, passe longe do filme. E depois me conte o que achou!

 

 

Vida de estudante 1 – Divisibilidade

Boa noite leitores e leitoras! Hoje vamos iniciar mais um tema aqui no blog: Dicas para quem está estudando ou para quem gosta de manter a cabeça em dia, sem esquecer tudo ou quase tudo que passou anos aprendendo no colégio.

O tema da primeira postagem é Divisibilidade – Ou seja – Como saber se um número é divisível por outro gerando um resultado exato. Bacana né? Vamos lá:

Divisibilidade por 2: Essa é fácil! Um número é divisível por 2 quando é um número par.

Divisibilidade por 3: Um número é divisível por 3 quando a soma de seus algarismos produz como resultado um número múltiplo de 3. Exemplo: 36. 3 + 6= 9. Como 9 é múltiplo de 3, sabemos que 36 é divisível por 3.

Divisibilidade por 4: Um número é divisível por 4 quando os dois últimos algarismos formam um número divisível por 4. Exemplo:840. 40 é divisível por 4, portanto, 840 é divisível por 4.

Divisibilidade por 5: Um número é divisível por 5 quando termina em 0 ou 5. Fácil né?

Divisibilidade por 6: Um número é divisível por 6 quando é divisível por 2 e 3 ao mesmo tempo.

Divisibilidade por 7. Essa é mais difícil, mas vou tentar explicar, usando como exemplo o número 315:

1º passo. Separe a casa das unidades

31 – 5

2ºpasso: Multiplique o algarismo da direita (unidade que está separada) por 2 e subtraia o resultado do algarismo da esquerda:

5 x 2= 10

31 – 10 = 21.  Se o resultado dessa operação for divisível por 7, então o número original também é! Ou seja, no exemplo o resultado foi 21 que é divisível por 7, portanto 315 é divisível por 7.

Divisibilidade por 8: Um número é divisível por 8 quando os três últimos números formam um número divisível por 8. Exemplo: 12.160. Observe os três últimos dígitos, 160, é divisível por 8,

Divisibilidade por 9: Um número é divisível por 9 quando a soma dos seus algarismos forma um número divisível por 9. Exemplo: 297. 2+9+7= 18. Como 18 é divisível por 9, 297 também é.

Divisibilidade por 10: Um número é divisível por 10 quando termina em 0. Fácil.

Divisibilidade por 11: Um número é divisível por 11 quando a diferença entre a soma dos algarismos de ordem par e a soma dos algarismos de ordem ímpar é divisível por 11.

Exemplo: 14.927

Soma dos algarismos de ordem par: 4 + 2 = 6

Soma dos algarismos de ordem ímpar: 1+ 9+ 7= 17

Diferença entre os resultados acima: 17-6= 11.

11 obviamente é divisível por 11, então 14927 é divisível por 11.

E aí, gostaram das dicas? Lembram de ter aprendido isso na escola?

(Texto adaptado do Manual Estudefácil –Concurso Oficial de promotoria/ Não tenho o ano pois as páginas estavam soltas aqui em casa)

 

Bolo de saudades e especiarias

“Domingo de manhã, aquecido de Sol e saudade. Aquele desejo infinito de amanhecer dentro de um abraço com cheiro de café e olhos de mistério. Abro a geladeira. Tem maçãs, laranja, passas. Ralo duas maçãs, espremo uma laranja junto e coloco uma colher de chia. Deixo num canto. O aroma das frutas traz lembranças doces. Em uma xícara, coloco metade de passas brancas picadas, metade de água. Pego uma bacia e misturo 1 xícara de farinha de arroz, 1/2 xícara de farinha de aveia, 1 colher de sopa de linhaça, 4 colheres de xerem (castanha de caju triturada), 1/2 colher de sopa de canela, 1/3 de colher de cravo em pó, kummel (mas poderia ser erva doce) e gengibre ralado. Misturo bem e depois acrescento os ingredientes úmidos que já estavam preparados, 2 colheres de óleo (se tiver de Coco, melhor), e por último o fermento, misturando bem. Despejo em uma forma untada e levo pro forno pré-aquecido. A casa toda é tomada por esse aroma de amor – Afinal, cozinhar é a arte de transformar afetos e saudades em poesia, nutrindo corpo e alma. O bolo cresce enquanto escrevo – penso sobre o título da receita: Bolo de saudades com especiarias.
Prepare com amor e uma dose de sonho”

#comidavegana #veganfood #comidaafetiva
#improvisos #diáriosdapoetisa #300de365

Leitura Sinistra

Minha “leitura sinistra” foge bastante ao tema, aliás, talvez nem seja considerada sinistra por muitas pessoas. Tenho algumas paixões na vida, entre elas estão os livros e a culinária – acho que quem me acompanha por aqui já sabe disso, né? Enfim, há um tempo, “adotei” na estante de doação de livros da biblioteca de Santos uma coleção de quatro livros cujo título é “Práticas do lar”.  São livros antigos, de capa dura já maltratada e páginas amareladas repletas de receitas para o dia a dia ou para ocasiões especiais, algumas com fotos e todas com “enfeitinhos” nas bordas da página. Até aí, tudo bem, certo? O que mais se esperaria de uma coleção chamada “Práticas do lar” além de receitas e dicas domésticas?. O fato é que apenas os três primeiros livros continham receitas, o quarto livro dedicava-se a tratar de “direitos e beleza da mulher”! E isso me incomodou terrivelmente! Como assim? Então uma coleção de práticas do lar é voltada apenas para a MULHER? Até onde eu saiba homens também comem, também recebem visitas, também se vestem e precisam sim cuidar da pele e cabelos? Ou não? Pois é! Achei sinistro perceber o quanto no ano de 1978 (ano do livro), era naturalizado o papel da mulher como alguém “do lar” e o quanto é ainda recente a conquista de alguns direitos que hoje temos. Pessoalmente, por mais que eu adore cozinhar e fazer agrados pras pessoas que amo (e sim, acredito que nesse e somente nesse sentido, se um dia eu me casar, vá ser a esposa que espera sempre o marido com uma comida gostosa pronta), não consigo me ver vivendo uma vida onde alguém decida tudo por mim e onde minhas obrigações sejam sempre relacionadas a beleza, casa e filhos. Assustador imaginar a vida feminina conforme descrita neste “volume 4” da coleção – E vou adiante: Acredito que deveria ser um pesadelo para o homem também, afinal, qual o prazer em viver com uma mulher que não acrescente nada a ele em termos de visão de mundo, experiências e independência? Acredito que em qualquer relação humana, o cuidar do outro deve ser separado do “manter o outro dependente e apático diante da vida”.

Sobre os outros três livros: As receitas antigas fariam meu contador de calorias explodir! Quanto açúcar e gordura de uma só vez! E quanta carne! Apesar disso, encontrei muita coisa que me deixou com água na boca e, certamente, pouco a pouco, farei adaptações para o veganismo e postarei por aqui!

E vocês? Quais reflexões trazem sobre essa questão da condição da mulher na sociedade através dos tempos? Também acharam a leitura sinistra?

 

sinistra

O que você deixou de ser quando cresceu?

Despertador tocou, noite morreu, amanheceu
O tempo passou, correu. O que aconteceu?
O que você deixou de ser quando cresceu?
Ficou no passado o sonho de princesa
Pula da cama depressa e põe o café na mesa
Arruma logo essa marmita e não esquece a sobremesa
E vê se corre pro ponto, não perde o horário da carruagem
Que já virou busão lotado e te assalta na passagem
Confere o visual, logo cedo passa batom e maquiagem
Salto alto pros pés que não encontraram sapato de cristal
Ta bonita? E tá cansada!Quanta correria pra quase nada no final
Se olhar pra cima, cadê o céu azul e as nuvens de algodão?
Só tem o teto e lâmpadas. Ou céu cinza, chuva ácida, poluição
Se olhar no espelho – Um susto! O tempo realmente voou
Onde, nesse percurso, tudo se perdeu? Onde será que ficou:
O sonho de ser bailarina, pirata, astronauta, caminhoneira?
E a alegria de ler um livro e depois desenhar a tarde inteira?
O que você deixou de ser quando cresceu?
Trocou os brinquedos por uma profissão
Mas ninguém te avisou que o trabalho seria sua prisão?
Deixou pra trás tantos sonhos, tantas estradas
Agora se perde nas escadas
Buscando o lugar mais alto da tal pirâmide social
Nem se importa mais se o mundo é desigual
Perdeu a empatia até pela natureza, pelo animal
O que será que aconteceu? Onde você se perdeu?
O que você deixou de ser quando cresceu?
A criança deixada numa curva qualquer
Reaparece no dia 12 de outubro em alguma fotografia
Se ela pudesse falar com você, o que será que diria?
Será que te olhando agora, ela iria se reconhecer?
E amanhã, e depois e depois? Até quando vai se arrastar?
O que você perdeu? O que deixou de ser quando cresceu?
O que eu, você, ele, nós, ela, o que todo mundo esqueceu?
Será que o sentido de viver é apenas sobreviver?
Olha pra trás e dessa vez tenta não esquecer
Que você pode (e deve) sim amadurecer
Mas não deve abandonar num canto da estrada
Aquela criança que sonhava acordada
E tinha no coração a esperança de fazer
De seu caminho, um novo alvorecer

País do futuro?

O país do futuro virando fumaça

Enquanto nos céus a rota dos helicópteros traça

Mais uma história de dor e luto na cidade maravilhosa

E o silêncio é uma coisa espantosa

Cadê os gritos de protesto do cidadão de bem?

São pró-vida quando a decisão é sobre o feto

Mas a criança da favela? Não querem ver por perto

Na bienal, um gibi escandaliza mais

Do que um povo que não tem mais paz

Nas escolas paulistas

Apostilas recolhidas por pessoas pseudo-puritanas

A milícia ameaça e já temos exilados

Quem entende alguma coisa olha pros lados

E tenta acordar a nação de zumbis

Que aplaudem o sangue pelo chão

Que aplaudem o desmonte da educação

Não é esse o futuro que eu quis

Mas é esse o futuro que tenho agora:

Escrever, gritar, colocar pra fora

A indignação de saber que pra tantos

A violência é motivo de aplausos

E o amor deveria ser contra a lei

Enquanto a ministra pede união contra o feminismo

Outros “ismos” destroem uma nação

Racismo, fundamentalismo

Um verdadeiro tiro no coração

E eu não sei

Se ainda vai sobrar

Alguma história pra contar

Se essa guerra contra a periferia

Um dia vai acabar

Se ainda vai haver alguém por aqui

Quando o tal cidadão de bem acordar

Quando entender que Deus, pátria e família

Deveriam acolher todos os deuses

Todas as pátrias, todas as famílias

E não apenas aquelas das novelas.

Ah! País do futuro… Como tudo ficou tão inseguro?

 

Dicas Literárias: Coletânea de poetas imortais

Quando “adotei” esse livro numa banca de adoção e troca de livros, pensei que fosse mais um livro com as melhores poesias de autores imortais pela importância de sua obra. Fiquei surpresa ao descobrir que são poesias psicografadas de autores consagrados já falecidos. Embora muitas pessoas não acreditem em vida após a morte do corpo físico, quem tem o mínimo conhecimento da obra dos poetas aqui publicados, poderá perceber semelhanças incríveis de estilo e vocabulário entre a poesia psicografada e a obra do autor enquanto vivo.
O vocabulário dos poemas é bastante rico e por vezes foi necessário recorrer a um dicionário, mesmo assim foi uma excelente leitura!

Dicas literárias: Vale tudo? (Agnaldo Silva, Gilberto Braga e Leonor Basseres)

Confesso que não sou uma grande fã de novelas, minha mãe, atualmente, também prefere outras distrações. Entretanto, ela vez ou outra fala sobre filmes ou novelas de alguns anos atrás, dentre elas, a novela “Vale Tudo?” e seu mistério “Quem matou Odete Roitman” e talvez esse tenha sido o motivo pelo qual decidi ler este pequeno livro. Me surpreendi! Muito bom! Tão bom que terminei de ler  sentada no chão do VLT lotado após um dia de trabalho.
Sobre a história: A trama gira em torno de Odete Roitman, uma senhora extremamente rica e manipuladora e da natural atração que o dinheiro e status de sua família exercem sobre pessoas inescrupulosas. Em “Vale Tudo?” a vida é um audacioso jogo – Seja pelo dinheiro, seja para escapar das armadilhas criadas por gente ambiciosa e disposta a mentir, manipular e trair em troca de poder e dinheiro. Uma leitura rápida (95 páginas) e muito boa!
Aliás, bem que as novelas poderiam ser todas publicadas como livros!