Libertando amigos

Há alguns projetos interessantes por aí que se propõe a tirar livros das prateleiras e levá-los onde realmente deveriam estar: Nas mãos do leitor. Graças a projetos assim, acabei acumulando alguns livros em casa e, outro dia olhando minhas prateleiras, decidi colocar em circulação alguns livros que já li e outros que, confesso, não tive paciência de ler. Considerando que não tem acontecido mais nenhum evento de troca de livros aqui na baixada santista (se ocorreu algum nos últimos meses eu nem fiquei sabendo) e que a última vez que abandonei livros pela cidade e cadastrei no site “livro livre” não obtive nenhum retorno, pensei “e agora? o que faço?” – Resolvi separar os livros que havia lido, doar alguns na biblioteca da cidade e deixar outros em locais movimentados e protegidos, como banco e ônibus, com um pequeno bilhete escrito na capa explicando que um livro é um amigo que deve ser compartilhado e pedindo para quem encontrasse deixar um “olá” na minha página do face ou no meu e-mail. Durante dias fiquei aflita imaginando que nenhum dos livros tinha sido recolhido, até que hoje me deparei com uma mensagem na página! A moça que encontrou o livro adorou a ideia e disse que dará continuidade! Fiquei muito feliz e em breve irei libertar mais livros amigos pela cidade.

E você? Tem muitos livros em casa? Costuma guardar todos ou às vezes faz aquela limpeza? Já “deixou” livros pela cidade e obteve algum retorno?

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TAG 8 Coisas

A Tati Alves do blog Livros e Fatos me indicou, em 15 de Dezembro de 2015, para responder esta TAG. A má notícia é que demorei muito para responder, a boa notícia é que isso significa que aos poucos estou colocando minhas leituras em dia!

Vamos às perguntas:

8 coisas pra fazer antes de morrer:

  • Fazer um mochilão pelo Brasil
  • Fazer um mochilão pela América do Sul
  • Ser artista de rua por  (pelo menos) um dia
  • Fazer uma tatuagem (ou algumas)
  • Aprender alemão
  • Concluir meu curso de música
  • Escrever uma peça de teatro
  • Comprar uma casa e decorar de forma alternativa

 

8 coisas que amo

  • Meus amigos
  • Minha família
  • Livros
  • Animais
  • Natureza
  • Cozinhar
  • Escrever
  • Dormir

8 coisas que falo:

  • Carambolas me mordam (não sei de onde eu tirei isso)
  • Aff
  • Ninguém merece
  • Tô com fome
  • Se tudo der errado eu viro advogada
  • Tô com sono
  • Eita!
  • Que tédio!

8 makes/roupas:

  • Sapatilha
  • Vestido
  • Bata
  • Saia longa
  • Qualquer peça hippie
  • Lápis de olho
  • Base bem clara (gosto de parecer pálida)
  • Batom vermelho

♥ 8 coisas/objetos que não vivo sem:

  • Celular
  • Livros
  • Bolsa térmica (pra levar petiscos/água pro trabalho ou colégio)
  • Caderno
  • Caneta
  • Garrafa com água
  • Computador/internet
  • Perfume

 

Bom, como ainda não sei quais blogs responderam ou não, não irei indicar ninguém, mas se quiserem responder fiquem à vontade!

 

 

Conhecendo o novo acordo ortográfico

A Língua Portuguesa sofreu algumas modificações com o intuito primordial de unificar a ortografia nos países que tem o português como idioma oficial. Assinado em Lisboa, em 16 de Dezembro de 1990 o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa e suas regras entraram em vigor no Brasil a partir do dia 1º de Janeiro de 2009, sendo que até 1º de Janeiro de 2016 as duas ortografias (a vigente até 2009 e a estipulada no Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa) foram consideradas corretas. Considerando que já estamos em Abril de 2016, já passou do tempo de atualizarmos nossos conhecimentos. Mas como fazer isso? Para os que ainda estão no colégio, há todo um suporte por parte dos professores e livros didáticos, mas e nós que já nos formamos? A internet é uma boa fonte de aprendizado e é possível encontrar vários sites interessantes, dentre eles um que me chamou a atenção é o Instituto Legislativo Brasileiro, que em seu site mantém diversos cursos gratuitos bem interessantes e com certificado e, dentre eles, um curso denominado “Conhecendo o Novo Acordo Ortográfico” cuja duração é de 20 horas e pode ser completado em até 60 dias. Eu fiz a minha matrícula hoje e estou iniciando o curso. Talvez eu me atreva a desenvolver alguns conteúdos para o blog acerca do assunto, mas, ainda que eu consiga devo admitir: Nada como um conteúdo preparado por professores especializados e com o apoio de atividades não é? Então, não esperem, se matriculem e vamos estudar!

Desafio Cinetoscópio #5

Continuando o desafio cinetoscópio, o tema para a 5ª postagem é “Um filme Francês¨ Espero que gostem da postagem e, se já assistiram (ou vierem a assistir por curiosidade), deixem um comentário!

Azul é a cor mais quente (Título original La vie d’Adèle) é um filme francês de 2013. Inspirado numa HQ, o filme ganhou diversos prêmios e causou muita polêmica. É, acima de tudo, um filme sobre auto-descoberta e sobre consequências emocionais de um ato impensado. O filme é longo (praticamente três horas de duração) e tem muitas cenas de sexo praticamente explícito, o que o faz uma péssima escolha para quem gosta de organizar aquelas sessões de filmes e pipoca em casa.
Sobre a fotografia do filme: Acho interessante a forma como as imagens são captadas: A câmera focaliza as personagens dando enfase a pequenos detalhes, como o dormir, o comer, o pentear os cabelos, tudo tão natural que é como se você tivesse seguido uma amiga e filmado ela com uma câmera de boa qualidade no decorrer do dia.
As atrizes conseguem prender a atenção o tempo todo e os cabelos azuis da personagem Emma são encantadores, bem como o jeito de menina insegura da Adèle. A abordagem poética também é interessante, em especial as cenas que se passam no colégio da Adèle nas aulas de literatura e a forma como Emma desenha Adèle no primeiro encontro delas. Ao mesmo tempo em que me encantei com o filme, me senti um pouco incomodada pelo excesso de pornografia que não me deixou à vontade (tive que diminuir o volume do computador pois fiquei com vergonha pensando que os vizinhos iriam ouvir os gemidos nas cenas mais quentes), então, para quem já tem mais de 18 anos e não se incomoda com cenas assim, o filme é super indicado. Para os mais sensíveis talvez não seja uma boa ideia.