Resenha do livro “Assim Falou Zaratustra” (Friedrich Nietzche)

Há livros para ler uma vez só. Há livros para ler várias vezes ao longo da vida. Assim falou Zaratustra pertence a essa segunda categoria. Pessoalmente gosto muito da filosofia de Friedrich Nietzche – já li o Anticristo e O crepúsculo dos ídolos há anos atrás – e sei bem o quanto é uma leitura exigente e ao mesmo tempo incrível.  Sendo assim, confesso: Uma única leitura de “Assim falou Zaratustra” não é suficiente para postar uma resenha completa.
O livro fala sobre a necessidade do homem em caminhar em direção a algo além de si mesmo: O super homem – Mas o que seria o tal super homem? Seria uma versão perfeita do homem que existe. O super-homem não acredita em mitos religiosos, ele tem o controle do próprio destino e não está acometido de males como a piedade, por exemplo. É nesta obra também que surge a célebre idéia de que “Deus está morto. O homem o matou”.
O autor utiliza-se de um personagem (Zaratustra) para dar vida às suas idéias e se expressa através de uma linguagem poética e bem trabalhada.
Ler Assim falou Zaratustra é um grande convite à reflexão, afinal, se realmente o homem é “uma ponte sobre o abismo em direção ao super-homem”, o que sentiria o super homem? Ele não crê em Deus, tem o controle da própria vida, não crê em além-mundos (vida após a morte, por exemplo). Sua vida é mais completa por ser assim auto-suficiente? Ou pelo contrário, o super-homem seria vazio e perdido em si mesmo? Evidente que o filósofo não nos dá essa opção: Para ele o super-homem é perfeito, um objetivo a ser atingido.
Como eu disse no inicio: Não é uma leitura para uma só vez. Daqui a um tempo irei ler novamente e, quem sabe, fazer maiores explanações e comentários aqui no blog. Enquanto isso fica o convite: Leiam. Vale a pena
Há livros para ler uma vez só. Há livros para ler várias vezes ao longo da vida. Assim falou Zaratustra pertence a essa segunda categoria. Pessoalmente gosto muito da filosofia de Friedrich Nietzche – já li o Anticristo e O crepúsculo dos ídolos há anos atrás – e sei bem o quanto é uma leitura exigente e ao mesmo tempo incrível.  Sendo assim, confesso: Uma única leitura de “Assim falou Zaratustra” não é suficiente para postar uma resenha completa.
O livro fala sobre a necessidade do homem em caminhar em direção a algo além de si mesmo: O super homem – Mas o que seria o tal super homem? Seria uma versão perfeita do homem que existe. O super-homem não acredita em mitos religiosos, ele tem o controle do próprio destino e não está acometido de males como a piedade, por exemplo. É nesta obra também que surge a célebre idéia de que “Deus está morto. O homem o matou”.
O autor utiliza-se de um personagem (Zaratustra) para dar vida às suas idéias e se expressa através de uma linguagem poética e bem trabalhada.
Ler Assim falou Zaratustra é um grande convite à reflexão, afinal, se realmente o homem é “uma ponte sobre o abismo em direção ao super-homem”, o que sentiria o super homem? Ele não crê em Deus, tem o controle da própria vida, não crê em além-mundos (vida após a morte, por exemplo). Sua vida é mais completa por ser assim auto-suficiente? Ou pelo contrário, o super-homem seria vazio e perdido em si mesmo? Evidente que o filósofo não nos dá essa opção: Para ele o super-homem é perfeito, um objetivo a ser atingido.
Como eu disse no inicio: Não é uma leitura para uma só vez. Daqui a um tempo irei ler novamente e, quem sabe, fazer maiores explanações e comentários aqui no blog. Enquanto isso fica o convite: Leiam. Vale a pena

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Eu e você

Silêncio… É tudo o que restou
Silêncio e lágrimas
Solidão de quem tanto caminhou
E no teu olhar encontrou doce amor e paixões cálidas

Depois de tudo… Muito ou pouco?
Depende do ponto de vista, o que vejo e o que vês
Pra você, eu e você fomos quase nada… Um delírio louco
Ou uma amena distração, talvez

Eu e você… Nós… Era o mundo pra mim
Era a felicidade em cada manhã e despertar
Eu e você… Se não era pra ser assim
Por que devo ser condenada a ver a cada manhã o Sol brilhar?

Eu e você… Tantas lembranças e recordações
Tanta ternura e emoção
Eu e você… Tempo tão doce que vivi, envolta em doces sensações
Eu e você… Daria a vida por mais alguns segundos desta paixão

Eu e você… Um lapso de tempo, uma quimera?
Eu e você… Juntos… Quem me dera…
Eu e você… Para sempre em minha vida
Eu e você… Esperança atrevida

Eu e você… Para sempre unidos
Eu e você… Momentos amados
Eu e você… Não é esperança… É certeza
De que em algum lugar dentro de ti, nosso amor ainda é chama acesa…

(Poeminha antigo, desencavado de alguma velha gaveta. Imagem Internet)

Talvez um dia

Talvez um dia essa dor vá embora
Talvez um dia as horas não se arrastem
Talvez um dia eu te veja e não sorria chorando por dentro
Talvez um dia nossas mãos estejam novamente entrelaçadas
Talvez um dia a lua nos veja abraçados novamente
Talvez um dia eu te diga que te amo e você entenda
Talvez um dia você diga que me ama
Talvez um dia amar traga conforto e não dor
Talvez um dia lembranças sejam bem vindas
Talvez um dia não seja mais preciso tentar esquecê-lo
Talvez um dia sonhar seja realidade…
Talvez um dia a vida seja alegria…
Talvez um dia… Eu e você mais uma vez… Para sempre…

(Poema um pouco antigo, retirado do meu primeiro livro)

Filme vs livro: O Retrato de Dorian Gray (Oscar Wilde)

Há tempos postei no blog uma resenha do livro “O retrato de Dorian Gray” do autor Oscar Wilde. Posso dizer que é um dos meus livros favoritos: Além da trama bem trabalhada e do estilo inigualável do autor, a obra trás elementos fortes para pensarmos acerca do comportamento humano e no caráter. Quem já não ouviu aquela frase: “Quer conhecer o homem? Dê poder a ele”. Pois bem, se o mero poder na maioria dos casos já altera o comportamento das pessoas, como seria se um garoto jovem, bonito, rico e paparicado se visse de repente de posse de um estranho e sobrenatural poder cujo efeito é passar para um retrato todas as marcas que deveriam permanecer em seu físico e em sua alma devido a erros e maldades?  Esse é o tema trabalhado por Wilde.

O filme baseado no livro é simplesmente incrível – efeitos especiais, um elenco de tirar o fôlego (vamos combinar: Todos atuam muito bem e de quebra o Bem Barnes, que faz o papel de Dorian, é simplesmente lindo). Há alguns personagens que não existem na obra original, bem como algumas cenas e situações são diferentes, enquanto outros personagens e cenas são suprimidos, porém, esses acréscimos e supressões não alteram a mensagem do livro. Como no caso da maioria das boas adaptações de livros para o cinema, vale a pena ler o livro e depois assistir o filme.

Ah! Uma boa notícia: O filme não está mais em cartaz, porém é fácil encontrá-lo no youtube: