Amor

Amor… Que estranha sensação
Donde vem tal tormento
Que invade o coração
E tudo arrasta como folhas ao vento?

Quem nos planta tal semente
Que floresce em lágrimas somente
Que com nosso sangue cresce
Amor que mata, morre, renasce

Amor que tudo é em meio ao nada
Deserta e perigosa estrada
Que tanto desejo percorrer
Para somente de amor morrer

Ah… Pudera eu de amor
Em teus braços viver
Teria a vida mais sabor
Teria a vida mais prazer

(2013)

The Vampire Diaries – As emoções finais

Foram oito anos acompanhando, torcendo, chorando e se apaixonando. Quem é fã sabe a ansiedade entre o último episódio de uma temporada e a confirmação da data do primeiro episódio da próxima. E, feliz ou infelizmente, uma hora aquela notícia tão temida aparece nos sites: Última temporada. E assim aconteceu com The Vampire Diaries, série que foi ao ar entre Setembro de 2009 e Março de 2017 e emocionou muita gente com seus personagens repletos de luz, trevas, batalhas internas e romances impossíveis ou quase impossíveis. Houve mortes que tiraram o espectador do chão ao desfazerem finais aparentemente felizes. Houve personagens incompatíveis que criaram laços e formaram casais fofos. E houve muita ação e momentos engraçados. The Vampire Diaries, apesar de inspirada numa coleção de livros com o mesmo nome, escritos por Lisa Jane Smith, a série de televisão tem diferenças muito grandes em relação aos livros.

Para quem ainda não assistiu, vale a dica: Assistam! Vale a pena cada capítulo! E, para os fãs que já estão sentindo-se órfãos de uma das melhores séries de todos os tempos, vale lembrar que ainda temos “The Originals”, spin-off da série que acompanha a vida da família Mikaelson, os vampiros originais, na cidade de Nova Orleans. Embora The Originals não seja uma série tão romântica quanto foi The Vampire Diaries, ela tem um elenco incrível e uma trama bem traçada – Ou seja: Assistam!

 

Desafio Cinetoscópio #13 – Um filme que te fez dar boas gargalhadas

Caramuru – A invenção do Brasil. Filme nacional, indicado pelo meu professor no segundo ano da faculdade. Na época, não assisti. Parecia tão desinteressante, sei lá, que me perdoem os fãs, mas geralmente acho os filmes do gênero comédia com o Selton Mello muito forçados no quesito comédia. O tempo passou, a faculdade acabou e, esses dias, pesquisando em antigas anotações da universidade, encontrei esse nome escrito a lápis num cantinho – Decidi assistir – Precisava descansar dos estudos e da vida por alguns momentos. Continuo achando um pouco forçada a atuação do Selton Mello, mas ainda assim, até que foi um filme divertido – posso criticar bastante a objetificação do corpo feminino, a malícia que os roteiristas do filme tentam nos fazer acreditar que fazia parte do dia a dia dos indígenas brasileiros (quando sabemos que, na verdade, foram eles os que perderam com a invasão portuguesa nessas bandas de cá). Enfim, o filme, eticamente falando, tem vários pontos negativos, mas, ainda assim me fez rir muito. Não sei se eu indico a vocês, acredito mesmo que não – Usem seu tempo pesquisando a história verdadeira de Caramuru e Paraguaçu, ou lendo, ou assistindo outros filmes. Caramuru – A invenção do Brasil. Filme nacional, indicado pelo meu professor no segundo ano da faculdade. Na época, não assisti. Parecia tão desinteressante, sei lá, que me perdoem os fãs, mas geralmente acho os filmes do gênero comédia com o Selton Mello muito forçados no quesito comédia. O tempo passou, a faculdade acabou e, esses dias, pesquisando em antigas anotações da universidade, encontrei esse nome escrito a lápis num cantinho – Decidi assistir – Precisava descansar dos estudos e da vida por alguns momentos. Continuo achando um pouco forçada a atuação do Selton Mello, mas ainda assim, até que foi um filme divertido – posso criticar bastante a objetificação do corpo feminino, a malícia que os roteiristas do filme tentam nos fazer acreditar que fazia parte do dia a dia dos indígenas brasileiros (quando sabemos que, na verdade, foram eles os que perderam com a invasão portuguesa nessas bandas de cá). Enfim, o filme, eticamente falando, tem vários pontos negativos, mas, ainda assim me fez rir muito. Não sei se eu indico a vocês, acredito mesmo que não – Usem seu tempo pesquisando a história verdadeira de Caramuru e Paraguaçu, ou lendo, ou assistindo outros filmes.

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