Poema vegano (BEDA 16)

Num tapume qualquer da cidade
Um pedido. Uma ordem. Uma verdade:
Não mate.
Não coma. Não cozinhe.
Não desmate.
Não seja mesquinhe.
Não pare um coração
Não há razão
Pense verde
Pense cores
Alimento de verdade
Sabores
Sem morte
Sem crueldade
Com sorte
Mudando a realidade

Este post faz parte do BEDA (Blog Evert Day August)

O início do dia (Receita: Arepas)

“Em que momento um novo dia começa? Será que é quando o relógio marca zero hora? Ou quando os olhos se abrem e o corpo se estica em uma espreguiçada gostosa? Com raras exceções, meu dia só começa quando caminho tropega de sono até a cozinha, bebo água e começo os preparativos pro café da manhã, relembrando os sonhos da noite ou pensando nos sonhos que gostaria de ter sonhado, enquanto misturo 100gs.  de farinha de milho com um pouco de sal, azeite e 200 ml de água formando uma massa homogênea. O café no filtro de pano. A frigideira antiaderente untada com azeite e aquecida onde coloco discos feitos com a massa preparada. A água escorrendo pelo pó de café num som suave de gotejar, o aroma de café, aroma de memórias afetuosas. Viro os disquinhos que estão na frigideira, deixando o outro lado dourar. Numa caneca colorida, bastante café, forte e sem açúcar. No prato, os discos feitos de milho – ou arepas – como são chamados em vários países da América do Sul. Sei que há formas diferentes de fazer arepas, assim como há formas diferentes de começar o dia, ou sonhar  ou contar uma historia ou passar uma receita. E assim, pensando coisas leves inicio o meu dia, fugindo por breves momentos do caos que se abate sobre o mundo, das incertezas, dos afazeres e mergulhando por mais alguns minutinhos em aromas, sonhos, amor, lembranças e esperança.
E o seu dia? Como começa?”

Bolo de Cenoura com cobertura de brigadeiro

Quando eu era criança, fazer e comer bolos era algo bem frequente em casa – vantagens de ter uma mãe super coruja e habilidosa na cozinha. Com a questão do veganismo, pensei muitas vezes “mas e os bolos?” e confesso que ainda estou dando meus primeiros passos, erros e acertos nesse universo de fazê-los sem ovos. Este bolo de cenoura foi uma surpresa agradável e muito saborosa e eu fico muito feliz em poder dividir essa receita com vocês!

Ingredientes

2 Cenouras

1 e 1/2 xícaras de suco de laranja

2 xícaras de açúcar

3 xícaras de farinha

1 pitada de Sal

2 colheres de chia previamente hidratadas (opcional)

2 colheres de fermento

Preparo: Preaqueça o forno, unte uma assadeira, bata todos os ingredientes no liquidificador (o fermento deve ser o último a ser acrescentado na mistura), despeje na assadeira e leve ao forno.

Cobertura – Brigadeiro de Inhame

2 inhames médios

1 colher de sopa de cacau em pó (ou outro chocolate em pó que não tenha leite na composição)

1 colher de sopa de óleo de coco (se não tiver, pode usar a mesma medida de azeite extra virgem)

50gs de chocolate 60% cacau picado

Preparo:

Descasque e cozinhe os inhames. Leve-os ao liquidificador com o cacau em pó e 1 xícara de água aquecida. Bata bem. Em uma panela coloque o chocolate picado e despeje sobre ele o conteúdo do liquidificador. Adicione o óleo e ligue o fogo, mexendo sem parar até começar a ficar firme e aparecer o fundo da panela. Despeje sobre o bolo ainda quente.

Dica: Se quiser fazer o brigadeiro no ponto de enrolar, mexa por mais alguns minutos, até ser possível ver bem o fundo da panela, depois despeje em um prato e leve para gelar.

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Mas, e as proteínas?

Você já reparou que tornar-se vegetariano/vegano faz com que nove em cada dez amigos onívoros tornem-se, repentinamente, nutricionistas? É sério! Enquanto você mantém aquele padrão “normal” de alimentação, consumindo carne, leite, ovos, fast-food e tudo mais, raramente alguém irá se intrometer dizendo “mas você vai adoecer!”, “você está deixando de ingerir nutrientes suficientes” (mesmo que quase todo dia você troque o almoço por um fast-food). A partir do momento em que se anuncia a novidade “decidi me tornar vegano/vegetariano”, surgem mil pessoas falando sobre o risco de ter anemia, desnutrição, falta de proteínas, aliás, a frase mais comum é justamente essa “Mas, e as proteínas?”. Não sou nutricionista, mas andei pesquisando um pouco aqui, um pouco ali para tecer alguns comentários acerca do assunto!
O dr. George Guimarães, nutricionista especializado em nutrição vegetariana, explica que com o planejamento adequado, uma dieta vegana é capaz de fornecer toda a proteína necessária em qualquer fase da vida! Tal informação encontra-se no site da empresa de consultoria em Nutrição Vegetariana Nutriveg (o site é uma boa dica de lugar para pesquisar caso queira saber mais sobre nutrição vegana).
Infelizmente a realidade de muitos brasileiros não permite o luxo de uma consulta com um bom nutricionista vegano – não é tão fácil encontrar esses profissionais em algumas partes do Brasil, e, quando encontramos, dificilmente estão atendendo no serviço público de saúde. O importante é não desanimar! Observe seu corpo, sua saúde, se for o caso, vá a um médico normal e faça exames de sangue para se certificar que está tudo bem. E pesquise muito em sites e revistas voltados para o público vegan, pois eles acabam sendo uma das melhores fontes de informação disponíveis.
Sobre as proteínas, por exemplo, há diversas fontes fáceis de se incluir na alimentação: Soja – e consequentemente tofu e leite de soja, brocolis, couve-flor, amendoim, feijões, lentilha, grão de bico. É só aumentar um pouco o consumo desses alimentos.
Tem dúvida sobre o valor nutricional de algum alimento específico? Pesquise na TACO (Tabela Brasileira de Composição dos Alimentos). Lembre-se também que é muito importante também seguir a pirâmide alimentar.

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E vamos colorir nossos pratos e nossas vidas, sem crueldade ou exploração com animais!

Queijo de Grão de Bico

Ingredientes:

3 xícaras de grão de bico cru
Temperos a gosto.

Modo de Preparo:

Deixar o grão de bico de molho por pelo menos oito horas. Escorrer. O grão de bico dobra de volume depois de hidratado, por isso não vai dar para bater tudo de uma só vez então é importante ir colocando de pouco em pouco – geralmente dá para bater duas xícaras do grão hidratado com 4 de água. Coe em peneira bem fina e guarde o resíduo. É importante sempre manter a proporção de colocar 2 xícaras de água para cada xícara de grão. Depois de bater tudo, leve o leite de grão de bico ao fogo em uma panela com os temperos que você escolheu e vá mexendo até ficar um mingau bem firme. Desligue o fogo e coloque o mingau em uma vasilha (preferencialmente de vidro) úmida. Deixe esfriar e leve à geladeira. Depois de bem gelado você pode utilizar.

Observações importantes:

1 – Já fiz duas versões desse queijo: A primeira temperada apenas com sal e curry e a segunda eu cozinhei com alguns tomates secos e orégano. Até agora não entendi o motivo pelo qual o primeiro que fiz (com curry e sal) juntou muita água, o outro, com tomate seco, não juntou quase nada de água, então é bom estar sempre observando e drenando a água quando ele estiver na geladeira.

2- Eu pessoalmente não gostei de comer ele ¨cru¨, mas achei super saboroso para colocar em bruschettas, pizzas, queijo quente feito na sanduicheira. Ele não derrete e repuxa como um queijo a base de leite faria, porém fica sequinho com o meio cremoso.

3- E por falar em tomates secos, fica uma dica: Olhem sempre a validade das coisas no mercado! Eu estava passando pelo supermercado esses dias e vi um vidro pequeno de tomate seco vencido na prateleira, e levei para casa sem pagar nada. Porque? Quando você encontrar um produto vencido no supermercado, a lei garante que você leve outro igual sem pagar absolutamente nada! Essa é a chamada medida compensatória, que está em vigor no Estado de São Paulo desde 2011. Ou seja: Eu não ia experimentar esse queijo com tomate seco se não tivesse tido a sorte de encontrar um vidro vencido no meio das latas de milho, então, observem bem o que estão levando para casa! (ok, isso não faz parte da receita, mas é uma dica de cidadania e direito do consumidor).

4- Esse queijo rende muito, então se você preferir, diminua a quantidade de grão de bico. O importante é sempre manter aquela proporção: para cada xícara de grão hidratado, utilize duas de água.

4- Uma receita extra: Sabe aquele resíduo do grão de bico que ficou na peneira? Você pode misturar com 1 e 3/4 xícaras de farinha de arroz, azeite, sal e temperos, e fermento em pó e colocar numa assadeira e cobrir com recheio a seu gosto (eu usei milho refogado e brócolis refogado) e levar ao forno. Fica um bolo salgado delicioso. Se não tiver a farinha de arroz a massa irá render menos mas também fica uma delícia!

 

Ricota de amendoim

Ingredientes:

1 kg de amendoim
1/2 xícara de vinagre
1 limão

Utensílios:

3 panos limpos e sem cheiro de sabão/amaciante
Uma peneira/escorredor de macarrão

Preparo:
Leite de amendoim: Coloque o amendoim  de molho por umas 8 horas. Lave bem os grãos, escorra e bata no liquidificador na proporção de dois copos de água para um de amendoim.
Utilizando uma peneira ou escorredor de macarrão forrado com um pano, vá coando o leite aos poucos, espremendo bem no pano e descartando o resíduo.
Após coar todo o leite, retire com uma colher a espuma que se formou. Leve a uma panela e deixe ferver (só um ou dois minutos após entrar em ebulição). Desligue o fogo e espere começar a esfriar (o leite deve estar por volta de 80 graus, então não é necessário esperar esfriar por muito tempo). Coloque o vinagre, mexendo levemente. Em seguida coloque o limão. O leite começará a coagular. Deixe em repouso por uns 25 minutos.
Forre um escorredor de macarrão ou peneira com um pano. Aos poucos vá despejando o conteúdo da panela na peneira, pausando aos poucos para que o soro escorra e a  parte coagulada fique na peneira. Feche com as beiradas do pano e coloque um peso (pode ser um prato pequeno). Deixe algumas horas até escorrer todo o soro (geralmente entre 8 e 10 horas). Ele não fica muito consistente, então desenforme numa travessa, preferencialmente de vidro. Tempere com sal, orégano e azeite, amassando bem com um garfo e deixe passar pelo menos uma noite para “pegar” o tempero. Você pode servir puro ou misturar azeitonas picadas, picles ou tomate seco.
Dura por cinco dias na geladeira e pode ser servido com bolachinhas, pães ou torradas.</p>

Observação: Os resíduos do amendoim podem ser utilizados no preparo de bolachinhas, bolos e doces (logo postarei algumas receitas, enquanto isso, usem a imaginação para aproveitar e criar delícias saudáveis e sem crueldade)

 

Minha ceia vegana de Natal

Natal é uma delícia não é mesmo? Família reunida, aromas pela casa, correria para deixar tudo pronto a tempo… E por falar em ceia, vamos lembrar de algo muito importante: Por favor, não comam o presépio! Celebrar a paz e a vida ceifando vidas inocentes não faz nenhum sentido! Aqui em casa a família é pequena – apenas eu e minha mãe – o que não significa que não cozinhamos algo bem especial para esta data! E o melhor, o prato lindo que servimos aqui no natal pode ser usado para receber aquela pessoa especial em casa ou em qualquer outra ocasião.

O que vocês vão precisar?

1 peça de tofu – fiz só meia receita e usei uma peneira média e não muito funda como forma. (receita aqui)

8 pimentas cambuci (ou pimenta doce)

1/2 abóbora cabocha (ou abóbora japonesa) pequena cozida

2 mini-morangas

1 bandeja de shimeji (200g)

150g de cogumelos champignom

50g de alcaparras

1 limão grande

temperos: shoyu, azeitonas verdes, azeite, cebola e alho.

Preparo:

Perfure o tofu tomando cuidado para não desmontar. Esprema o limão e deixe o tofu mergulhado nele, virando cuidadosamente de vez em quando.

Numa panela refogue com azeite cebola, alho, azeitonas e um pouco de sal. Misture a esse refogado a abóbora japonesa picadinha, mexendo até formar um purê consistente. Acerte o tempero e desligue o fogo.

Abra as tampas das mini-morangas e retire a polpa com cuidado. Cozinhe-as até ficarem macias. Reserve.

Lave bem o shimeji e cozinhe por uns 20 minutos. Em outra panela refogue cebola no azeite, acrescentando aos poucos o shimeji picado e mexendo sempre. Acrescente shoyu a gosto e deixe mais uns 3 minutos no fogo baixo (cuidado para não queimar). Reserve.

Abra as tampas das pimentas doces, retire cuidadosamente as sementes, lavando bem por dentro e deixando escorrer toda a água com a boca para baixo.

Recheie as pimentas doces com o purê de abóbora japonesa. Coloque-as em uma das pontas de uma assadeira grande. Com certeza vai sobrar purê de abóbora, reserve-o na geladeira! Ele é uma delícia mesmo puro.

Recheie as mini morangas com o shimeji. Também sobrará um pouco dele. Guarde! Coloque as mini morangas ao lado das pimentas na assadeira e não esqueça de colocar a tampa nelas!

Por fim, coloque o tofu e o caldo de limão na mesma assadeira. Regue tudo com azeite e leve ao forno por uns 15 a 20 minutos (eu usei forno elétrico! Se usar forno a gás, vá verificando o ponto para não queimar as pimentas).

Em uma panela pequena, refogue com azeite cebola a gosto, o cogumelo champignom cortado ao meio e as alcaparras.

Retire do forno e ajeite em uma travessa redonda o tofu ao meio, cercado pelas pimentas e pelas mini-morangas. Cubra o tofu com o refogado de champignom com alcaparras (como na foto) e sirva!

Como eu disse no início do texto: A família aqui em casa se resume a duas pessoas, então esse pratinho foi suficiente para alimentar muito bem as duas e as sobras de purê e shimeji se tornaram o almoço do dia seguinte. Se sua família é maior, você terá que adaptar as quantidades.

Espero que gostem e me perdoem por não ter um nome para batizar as receitas que eu mesma inventei de improviso para o Natal.

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Sorvete Picolé

Pois é, o verão está chegando e com ele bate aquela super vontade de tomar sorvete… Se o sorvete puder ser vegano e super-nutritivo então, melhor ainda né? Pensando nisso eu pesquisei algumas receitinhas e até o momento a que eu mais gostei foi a apresentada pela Bela Gil, entretanto, tem dois aspectos negativos: O Vídeo do Youtube  não demonstra a quantidade dos ingredientes utilizados e, pelo modo com que o sorvete é armazenado, leva a crer que é um sorvete tipo massa quando na verdade fica muito duro e impossível de fazer bolas de sorvete. Inconformada, testei a receita novamente, desta vez utilizando copos descartáveis e palitos para sorvete (eles são vendidos soltos em casas de artigos para festas) e ficou super saboroso!

Receita:

1 inhame (aquele inhame bolinha ou inhame chinês como algumas pessoas chamam) de tamanho médio, descascado e cortado cru

1 fruta da sua preferência descascada e cortada (já usei manga e abacaxi, ficaram ótimos)

gengibre descascado e cortado à gosto (opcional)

açúcar (opcional. Pessoalmente, não utilizei açúcar no sorvete de manga e coloquei muito pouco no de abacaxi)

Preparo: Bater tudo no liquidificador e colocar em formas de picolé ou em copos plásticos médios com o palito para sorvete centralizado. Lembrando que infelizmente os copos plásticos são bastante poluentes, então, o ideal é que cada um encontre um recipiente adequado e reutilizável para colaborar com o meio ambiente. Colocar os picolés no congelador até ficarem duros e só tirar quando for servir.

Podem ficar tranquilos: Não dá para perceber a presença do inhame na receita!

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“Carne” louca

A “Carne” de jaca verde é muito saborosa e se assemelha bastante à textura da carne desfiada em saladas ou do frango em recheios. Hoje vou postar aqui a receita da “Carne” louca (Aquela servida em festinhas e reuniões) e explicar como eu faço para limpar a jaca verde (que tem um leite grudento que só pelos Deuses). Também coloquei na postagem as fotos da minha “Carne” louca e um vídeo do canal Presunto Vegetariano que mostra como limpar e preparar a jaca, de uma forma um pouco diferente da minha – fica a critério de vocês decidirem qual a melhor forma para preparar. No mesmo vídeo tem uma receita de fricassê de jaca que parece muito apetitosa (ou seja, em breve eu testo e digo se ficou boa). No vídeo eles ensinam a refogar a carne de jaca, o que não será necessário para a nossa receita de hoje que é uma salada!

Bom, chega de falar né? Mãos a obra e bom apetite a todos!

Ingredientes:

“Carne” de jaca cozida e desfiada
Azeite
Alcaparras
Vinagre (de preferência de vinho tinto)
Sal
Cebola
Água

Preparo:

“Carne” de jaca:

Pegue uma jaca bem verde. Lave. Lambuze uma faca grande (daquelas de cortar carne) com óleo. Corte a jaca de ponta a ponta e retire o talo do centro, descartando-o.  Corte a jaca em fatias largas (como postas) e cozinhe em panela de pressão – deixe abrir pressão e conte 10 minutos – desligue o fogo e espere sair a pressão para abrir a panela. Escorra a água, retire a casca da jaca e em uma vasilha vá separando as partes que parecem desfiadas. Em outra vasilha reserve a polpa mais rígida que envolve as sementes e em outra vasilha coloque as sementes. A parte da “carne” que iremos utilizar nesta receita é a parte desfiada.

Carne Louca

Tempere a quantidade desejada de carne de jaca com azeite, alcaparras, vinagre, sal, cebola picadinha e um pouco de água. Deixe descansar na geladeira por no mínimo 12 horas e sirva com torradas, pãezinhos ou como salada.

Dicas:

– Você pode congelar em pequenas porções a “carne” de jaca cozida para temperar e utilizar depois

– Os caroços podem ser torrados e consumidos como castanhas.

– As partes mais rígidas podem ser congeladas em porções menores e depois utilizadas bem picadinhas em molhos ou outras receitas.

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Yakissoba

INGREDIENTES:

500gs de macarrão (utilize a massa própria ou o espaguete mais fino que encontrar)**
150g de brócolis (de preferência tipo ninja)
2 cenouras
100g de vagens finas
150g de couve-flor
100g de cogumelos paris
1 pimentão cortado em tiras
1 cebola em rodelas
Azeite
1 vidro de shoyo (não será utilizado até o final)
Gergelim preto
Girassol (opcional)

PREPARO:
Cozinhe o macarrão, deixe escorrer e reserve. Descasque as cenouras e coloque para cozinhar sem cortá-las, se desejar cozinhe junto com a couve-flor sem deixá-los ficar muito moles – retire a cenoura ainda firme e fatie bem fino, reservando. A couve flor deve ser retirada também ainda firme, escorrida e reservada, já separada em floretes. O Brócolis deve ser cozido da mesma forma que a couve-flor, ou seja, tomando cuidado para manter  bem firme. Escorra e deixe reservado. Fatie os pimentões, a cenoura e os cogumelos. Coloque azeite no fundo de uma panela, e aos poucos coloque pequenas porções dos legumes, deixe fritar levemente, retire e reserve. Vá sempre colocando um pouco de azeite para não grudar. Faça o mesmo com o macarrão tomando o cuidado de colocar porções pequenas, retirar e reservar (para não perder azeite, pode reservar na travessa que for utilizar para servir). Por último dê uma leve dourada nas sementes de girassol e quando estiverem no ponto desejado, coloque um pouco mais de azeite e uma boa quantidade de shoyo e devolva o macarrão e os legumes para a panela aos poucos, mexendo bem para ficar bem misturado. Coloque em uma travessa, polvilhe com o gergelim e sirva.

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** ATENÇÃO – O a maioria dos macarrões é feito a base de ovos, portanto, se você já for vegano(a) ou se estiver em transição para o veganismo, leia a embalagem antes de comprar para ter certeza de que a massa não tem ovos!