Desafio Cinetoscópio #16: Um filme que você nunca assistiria de novo

50 tons de cinza (trilogia). Sei que esses filmes são os queridinhos de muitos leitores e leitoras, mas não é aquele filme para se assistir duas vezes. A obra cinematográfica apenas cumpre o que promete -Uma narrativa rasa, machista, que objetifica a mulher, banaliza o amor e o sexo e, para agravar ainda mais a situação, coloca a personagem em uma situação em que a violência do homem é “explicada” pela sucessão de traumas pelos quais ele passou na infância – muito embora traumas da infância possam ser sim fontes de comportamentos violentos, tais comportamentos não podem ser naturalizados e justificados por uma violência sofrida na infância. E a personagem feminina? Insegura, Anastasia navega entre submissão e momentos em que quer demonstrar personalidade forte e independente. Uma jovem inteligente, apática e muito atrapalhada. Por outro lado, a personagem masculina é dominadora, invasiva e bastante problemática. Em alguns momentos surge um humor ruim (relacionados em sua maioria ao sexo). No livro a descrição detalhada das cenas prende a atenção – é possível ler e imaginar um voo de ultra leve e outros cenários de muito de luxo -tais cenas poderiam ser mais bem exploradas no filme, bem como as citações literárias maravilhosas que constam no livro e não aparecem no filme. Com certeza vou assistir o próximo da trilogia, afinal, o elenco é bacana e eu estou curiosa para assistir ao desfecho, mas não assistiria novamente nenhum filme dessa saga.

 

Desafio Cinetoscópio #12 – Um filme com um final surpreendente

O décimo segundo desafio do “Desafio Cinetoscópio dos trinta filmes” propunha que se indicasse um filme com final surpreendente. Há vários filmes que se enquadrariam nessa categoria, mas um que assisti anos atrás me surpreendeu bastante. Trata-se de “Os outros” – Um filme que se passa pouco após o final da segunda guerra e conta a história de uma mãe e seus dois filhos que possuem uma rara alergia a luz e precisam ficar sempre no escuro. A família ainda guarda esperanças de que o marido – que fora pra guerra – retorne. A mãe das crianças é bem nervosa, o que torna tensa sua  a convivência com os filhos . No decorrer da história a família passa a ter problemas com fantasmas – O que nos levará ao desfecho surpreendente.

Apesar do cenário escuro e do suspense, o filme não é aterrorizante, então mesmo aqueles que não gostam de terror irão assistir tranquilamente. Vale comentar também que o enredo consegue prender a atenção e o elenco é muito bom. Por outro lado, o filme não é novo, então talvez muita gente já tenha assistido.

E vocês? Qual filme na opinião de vocês tem um final surpreendente?

O décimo segundo desafio do “Desafio Cinetoscópio dos trinta filmes” propunha um filme com final surpreendente. Há vários filmes que se enquadrariam nessa categoria, mas um que assisti anos atrás me surpreendeu bastante. Trata-se de “Os outros” – Um filme que se passa pouco após o final da segunda guerra e conta a história de uma mãe e seus dois filhos que possuem uma rara alergia a luz e precisam ficar sempre no escuro. A família ainda guarda esperanças de que o marido – que fora pra guerra – retorne. A mãe das crianças é bem nervosa, o que torna tensa sua  a convivência com os filhos . No decorrer da história a família passa a ter problemas com fantasmas – O que nos levará ao desfecho surpreendente.

Apesar do cenário escuro e do suspense, o filme não é aterrorizante, então mesmo aqueles que não gostam de terror irão assistir tranquilamente. Vale comentar também que o enredo consegue prender a atenção e o elenco é muito bom. Por outro lado, o filme não é novo, então talvez muita gente já tenha assistido.

E vocês? Qual filme na opinião de vocês tem um final surpreendente?

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Desafio Cinetoscópio #5

Continuando o desafio cinetoscópio, o tema para a 5ª postagem é “Um filme Francês¨ Espero que gostem da postagem e, se já assistiram (ou vierem a assistir por curiosidade), deixem um comentário!

Azul é a cor mais quente (Título original La vie d’Adèle) é um filme francês de 2013. Inspirado numa HQ, o filme ganhou diversos prêmios e causou muita polêmica. É, acima de tudo, um filme sobre auto-descoberta e sobre consequências emocionais de um ato impensado. O filme é longo (praticamente três horas de duração) e tem muitas cenas de sexo praticamente explícito, o que o faz uma péssima escolha para quem gosta de organizar aquelas sessões de filmes e pipoca em casa.
Sobre a fotografia do filme: Acho interessante a forma como as imagens são captadas: A câmera focaliza as personagens dando enfase a pequenos detalhes, como o dormir, o comer, o pentear os cabelos, tudo tão natural que é como se você tivesse seguido uma amiga e filmado ela com uma câmera de boa qualidade no decorrer do dia.
As atrizes conseguem prender a atenção o tempo todo e os cabelos azuis da personagem Emma são encantadores, bem como o jeito de menina insegura da Adèle. A abordagem poética também é interessante, em especial as cenas que se passam no colégio da Adèle nas aulas de literatura e a forma como Emma desenha Adèle no primeiro encontro delas. Ao mesmo tempo em que me encantei com o filme, me senti um pouco incomodada pelo excesso de pornografia que não me deixou à vontade (tive que diminuir o volume do computador pois fiquei com vergonha pensando que os vizinhos iriam ouvir os gemidos nas cenas mais quentes), então, para quem já tem mais de 18 anos e não se incomoda com cenas assim, o filme é super indicado. Para os mais sensíveis talvez não seja uma boa ideia.

 

Desafio Cinetoscópio dos 30 Filmes #2

Hora de continuar o  Desafio Cinetoscópio dos 30 filmes (se quiser fazer também, pode clicar aqui).

A proposta para o dia 2 é “Um filme que você gostaria de atuar”. Difícil decidir… Tem vários filmes incríveis nos quais eu adoraria atuar, muitos e muitos mesmo. Enfim, depois de várias horas cheguei a uma conclusão: Eu gostaria de atuar no filme “Drácula”, aquele lançado em 1992 baseado na obra de Bram Stoker (de 1897).

Motivo: O filme tem uma temática que eu amo – Vampiros. Além disso os cenários e os figurinos são incríveis. Como assistir e não ter vontade de fazer pelo menos uma pequena atuação?

A história do conde Drácula já é bem conhecida, então não vou nem escrever a sinopse aqui, só digo uma coisa: Se ainda não assistiu o filme, prepare aquele balde de pipoca, reúna a galera na sala e assista! Muito bom!

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E como eu falei no post anterior, tentarei sempre postar o que eu estou ouvindo no momento em que escrevo as postagens… A canção que deixo para vocês hoje é parte da trilha sonora do filme Drácula (e é linda). Chama-se “Love Remembered”