Os motivos para abandonar o BEDA.

O início de Abril trouxe o tão esperado BEDA. E como todos os anos eu quis muito participar, entretanto a vida dá algumas voltas: Em Maio prestarei vestibular novamente (só estou em dúvida ainda se farei TI ou Letras… Queria os dois, mas também queria ser a sucessora da Anitta ou estar no BBB…rs… Ou seja: Quero muita coisa diferente pro pouco tempo que um ser humano vive). Além do vestibular, tenho duas provas de concurso público pra fazer, provas que haviam sido suspensas por conta da pandemia e foram remarcadas somente agora – Ou seja: Entre final de Maio e meados de Junho tenho três provas com editais enormes e preciso estudar muito. Tudo isso aliado aos fatos de que não deixei material pronto pro blog, preciso manter o Instagram movimentado (ainda não desisti do BBB e sei que redes sociais são analisadas), preciso terminar um romance e uns três contos… Enfim, o fato é que meu dia só tem 24h e eu não consigo encaixar nelas tudo que quero e tudo que preciso, por isso comunico que seguirei postando no blog, mas estou fora do BEDA.

Acredito que o BEDA merece textos de qualidade e olhando as últimas publicações, vejo que deixei a desejar. Espero que em Agosto possa retomar o projeto com a qualidade que ele merece.

É isso! Continuem acompanhando esse espaço e, principalmente, acompanhem os outros blogs do BEDA:

Lunna Guedes – Obdulio – Mariana Gouveia – Ale Helga – Mãe Literatura.

Quando os muros… falam.

Ontem, voltando do trabalho, reparei em uma arte no muro: Dois homens, claramente dois soldados, seguram cada um uma placa com os dizeres “É tudo por dinheiro” ou “It’s all about money”. Infelizmente não é um questionamento e sim uma afirmação. Mas o que seria esse “tudo”? Oras, tudo é tudo.

Desde que algum ser humano cercou o primeiro pedaço de terra e disse “isso é meu”, começou a ser instituída uma sociedade onde o “ter” e o “poder” se mesclam, tornando-se privilégio de poucos e objeto de desejo de muitos.

As guerras surgem por conta desses dois elementos: Dinheiro e poder. Por um lado, a indústria da guerra movimenta milhões, por outro, há sempre líderes dispostos a cometer crimes em troca de maior poder.

A relação do ser humano com o desejo de poder, e portanto de dinheiro, tornou-se tão inseparável que há pais que não conseguem imaginar seus filhos fazendo qualquer atividade que não vise lucro futuro: Futebol não é mais uma atividade pelo mero prazer esportivo. Nem arte. Aprender um segundo idioma não é mais mera questão cultural – Cada passo é dado pensando em como aquele investimento irá retornar no futuro.

Esse post faz parte do BEDA.

E em meio a essa corrida desenfreada, naturalizamos a figura da pessoa estressada como “pessoa de sucesso”, naturalizamos o não ter tempo para autocuidado, naturalizamos as indústrias destruindo nosso meio ambiente e nos vendendo coisas que não precisaríamos caso não fosse necessário vender cada minuto livre em troca do dinheiro que pagamos para ter esses objetos/serviços. É um ciclo que mantém o mundo em guerra e nos mantém doentes e cansados. E infelizmente não acredito que haja um retorno seguro para um estado de coisas menos agressivo e insalubre. Sendo otimista, a humanidade irá desaparecer em breve – Mas por algum tempo irão ficar esses soldados no muro, nos dizendo o motivo de tudo ter começado a dar errado. Se ninguém for pago para apagá-los antes.

Participam também Lunna Guedes, Mariana Gouveia, Ale Helga, Obdulio, mãe literatura.

É sexta feira

Nos tempos antes da pandemia, sexta feira era dia de balada, amigos e música alta… pra algumas pessoas. Confesso que apesar de ser bastante caseira, a perspectiva de poder sair sempre me deixou animada, afinal nada melhor do que ver o Sol nascer

Como ainda não retomei os roles pós pandemia, deixo aqui algumas músicas que conheci na Colômbia, amei e que gostaria de dançar muito nas baladas brasileiras!

Essa música é muito animada! Viciante!

MALUMA! Sou fã? Muito.

Romântico ♡
Mais uma canção romântica!
Esse é o ritmo mais animado! Adoro!

Aproveitem as dicas e divirtam-se!

Esse post faz parte do BEDA, Blog Every Day April!

Participam também: Lunna Guedes, Ale Helga, Mãe Literatura, Obdulio, Mariana Gouveia

06 on 06/ Abril – Arte de Rua (+ Bonus 06 on 06 Março)

O Brasil é rico em arte de rua: Grafites, estátuas vivas, músicos… Apesar disso, hoje eu postarei algumas fotos que tirei em Cartagena (Colombia). Lá existe um bairro chamado Getsemani, conhecido pelas paredes coloridas e ruas enfeitadas. Cartagena é uma cidade colombiana onde se respira história e arte, e o bairro Getsemani é o local da cidade onde a arte do grafite se destaca.

Essa é uma das lendas tradicionais de Cartagena, apesar de triste é uma lenda muito bonita e me encantou vê-la escrita em um dos muros da cidade.
Este desenho faz parte da foto anterior, uma ilustração da lenda contada.
O mar tem grande importância, este outro grafite mostra sua presença predominante na cidade. Iclusive uma dica: Sigam no Instagran a #Leyendas del mar, sugerida no grafite!
Mais um dos muitos Grafites do Getsemani.
A beleza da cultura negra é outro tema que está presente na arte colombiana
Uma das ruas do bairro Getsemani, com suas casas coloridas, flores e enfeites.

Mês passado preparei a postagem 06 on 06 Março “as minas e as manas” e acabei erroneamente agendando pra hoje…Por isso meu 06 on 06 de Abril vem com bônus especial:

O6 on 06 “As minas e as manas”

Coram das mulheres indígenas da aldeia Paranapuã/SV. Nossos povos originários precisam de respeito e espaço pra viver suas tradições!
Em 2018 minas e manas se uniram nas ruas contra o retrocesso e a violência. O movimento #elenão estava do lado certo da história e os acontecimentos dos anos seguintes comprovam isso!
As mulheres do grupo Linhas de Santos são peritas em mostrar que toda arte pode ser questionadora/política- Inclusive o bordado!
Há mulheres que fazem história e há aquelas que embora desconhecidas do mundo, fazem parta da história da família. Essa é a minha avó, que mesmo grávida subia nas árvores pra colher frutas e fazer compotas.
Marielle faz parte da história do Brasil. Uma mulher de luta!
E não podia faltar a imagem de uma mulher marcante para a música! Rita Lee, a rainha brasileira do Rock.

Este post é o quarto post do #BEDA – Blog Every Day April, que esse ano está no Instagram também (@poetisa_darlene).

Visitem outros blogs que também participam do BEDA: Lunna Guedes, Mariana Gouveia, Ale Helga, Mãe Literatura, Obdulio

As mentiras que contamos

Dia Primeiro de Abril é conhecido como “Dia da Mentira”. Não sei de onde surgiu a data, mas desde criança gostei da ideia de pregar peças inocentes nas pessoas. E este ano comecei o mês de Abril com uma seleção das cinco mentiras que (quase) toda pessoa que ama ler já contou – Pra si mesma ou para alguém… Vamos ver?

1 – Só vou comprar livros novos quando ler todos os que tenho em casa

Pessoas que amam ler não resistem a um livro. Na livraria, no sebo, na banca… Sempre cabe mais um na prateleira esperando para ser lido.

2- Vou assistir o filme/série pois estou sem tempo para ler o livro

Pessoas que amam ler JAMAIS se contentam com a série/filme. É como se faltasse alguma coisa. Tempo pra ler? A gente sempre arranja!

3- Eu não sonho com uma biblioteca só minha! Livro tem que circular.

Sabemos que livros precisam circular, mas mesmo a pessoa mais desapegada do mundo em algum momento vai dizer que sonha em ter uma casa com uma biblioteca ENORME.

4- Só mais uma página

Quem nunca JUROU que dormiria cedo e iria ler só mais uma ou duas páginas… Mas só dormiu quando acabou o livro (e a noite)

5 – Eu vou me dedicar somente aos clássicos

O tempo vai passando e você percebe que é impossível ler todos os livros do mundo, por isso só vai ler os clássicos e os mais aclamados pela crítica… Até se deparar com aquele clichê delícia.

E vocês? Já se pegaram contando alguma dessas pequenas mentiras?

Este post faz parte do BEDA (Blog everyday April) que por motivos técnicos seguirá um dia atrasado aqui no blog! E esse ano o BEDA também está no Instagram! Corre lá no @poetisa_darlene pra acompanhar em primeira mão!

Outros blogs indispensáveis que participam do BEDA:

Lunna Guedes Mariana Gouveia ObdulioAle HelgaMãe Literatura

06 on 06 – Mas é Carnaval

Tema espinhoso. Carnaval é uma festa que eu amo e odeio. Amo os dias de folga, as cores, a música alta… Abomino o calor, a rua lotada. Precisei fuçar em vários arquivos para conseguir encontrar registros que definam essa data.

Quando se é criança, todos os dias são dias de carnaval, bagunça e fantasia. Eu adorava brincar com as roupas que estavam “para lavar”, criando “modas”
Em algum momento antes da pandemia, curtindo o som da minha amiga Alessandra Hourneaux (no meio), junto com a mamis (canto esquerdo)
No Parque Cultural Vila de São Vicente, o coletivo teatral TamTam contou a história do Carnaval, com muita música, alegria e participação do público.
Um dos primeiros pratos que aprendi a fazer: Salada de Macarrão Abre Alas, em versão vegana
Gelatina Mosaico – Tantas cores… Poderia ser chamada Gelatina Carnaval. Ainda preciso pensar em uma versão vegana pra ela.
Carnaval Cubano na casa Jose Martí, em Santos.

Conheçam também os carnavais de:

Mariana GouveiaObdulioRoseli Pedroso

Uma boa xícara de água de panela e um dedo de prosa

Meu último post por aqui foi dia 18-08-2021 – Aconteceram tantas coisas boas e outras nem tanto de lá para cá e eu sinto que preciso muito conversar com vocês, leitores e leitoras.

Antes de tudo preciso dizer que estava morrendo de saudades deste meu cantinho virtual. Mas vamos lá:

A notícia boa é que “desapareci” pois viajei para a Colômbia por 13 dias. Conheci lugares lindos e vivi dias incríveis, apesar da pandemia e dos cuidados que ela nos trouxe. A notícia ruim é que nesta viagem o meu celular decidiu mergulhar em águas caribenhas e morreu. A outra notícia ruim é que logo após o meu retorno, o notebook também decidiu “morrer”. Pois é: Fiquei sem notebook e precisei utilizar um celular antigo da minha mãe, que até deu conta de postar algumas coisas em redes sociais mas não é muito bom para escrever por aqui.

Outro motivo de sumiço: Dia 31/10 tem prova de concurso público e eu estou aproveitando todos os momentos livres para estudar, estudar e estudar.

Fora isso estou bem, cansada como toda brasileira trabalhadora e ansiosa para voltar a publicar regularmente por aqui.

Como hoje é segunda-feira, dia de postar receitas, convido vocês a bebericar – Vocês aí, eu aqui – uma boa xícara de água de panela, uma bebida típica da Colômbia cuja receita segue a baixo para vocês prepararem:

Pedacinhos de rapadura

Água

Limão

Preparo:

Coloque a rapadura na água e ferva por alguns minutos para derreter a rapadura. Deixe na geladeira até gelar. Pode colocar o limão nesse momento ou então espremer quando for beber.

Uma curiosidade: Panela, para os colombianos, é um doce que aqui no Brasil conhecemos como rapadura, por isso o nome “água de panela”.

_________

Gosta do meu conteúdo?

Patrocine o blog com qualquer valor via pix (13)992051617.

Seu nome/site serão citados nos agradecimentos nos próximos posts!