O dia em que levei minha arte para a rua

As pessoas sempre caminham tão apressadas, não é mesmo? Entre idas e vindas, celulares e compromissos inadiáveis, parece que o tempo para a poesia está cada vez mais escasso – Diante deste cenário, surgiu uma ideia: Fazer arte de rua! Uma cestinha cheia de poesias em um lugar movimentado da cidade. Qual seria a reação das pessoas? Iriam parar? Pegariam algum poema? Conversariam com a autora? Com o coração batendo forte e a mente cheia dessas dúvidas eu fui para a rua hoje. A primeira surpresa foi no instante em que parei para “montar” a cesta – Enquanto colava a plaquinha com durex, um senhor parou e pediu uma poesia. Posteriormente, outras pessoas, dentre elas um antigo professor muito querido, vieram, pararam, conversaram – muitas inclusive deram uma contribuição financeira (que irá custear as xérox para as próximas edições). Foram horas muito agradáveis e surpreendentes! Espero realmente ter feito o domingo de muita gente um pouco mais poético e feliz com as minhas singelas cartas e poesias.

Amanhã é segunda e eu estarei com o coração quentinho de tantos sorrisos que recebi hoje.

arte na rua

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