Sucumbe meu olhar ao pranto

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Ninguém que me cante um acalanto
Ninguém que me apresente da paixão o calor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Volvendo os olhos ao céu eu canto
Implorando ao cupido que me dê seu favor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Não conheço o langue encanto
Do prazer desconheço o tremor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
Sozinha, quase esquecida num canto
Escrevo poetando minha dor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor!
N’alma não criei o doce recanto
Onde nasça da paixão a flor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor
Meia noite eu me levanto
E confidencio à Lua o meu dissabor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Aí de mim que não tenho um amor
Dia a dia o meu desencanto
Das minhas primaveras sem flor

Sucumbe meu olhar ao pranto
Já não choro por não ter um Amor!
Cupido atendeu ao meu canto
Meu coração agora é puro amor!

 

(Um eu vou saber compor e farei deste poema uma canção. Bambino, você me ensinou a amar. Você pode não saber disso, mas você é o meu amor, mesmo que jamais seja recíproco, ainda assim, você traz luz para minha alma tão solitária).

(2013)

 

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