Resenha: Suave é a Noite (F. Scott Fitzgerald)

Há livros cuja leitura se arrasta em horas intermináveis por tratar-se de tema complexo e há aqueles cuja leitura se arrasta por não despertar grande interesse. Enquadrar um livro em um ou outra destas categorias é algo que depende de vários fatores subjetivos: O livro que para um leitor é complexo, para outro pode ser extremamente fácil. O livro cujo tema agrada a alguns, pode não agradar a tantos outros. Como leitora eu costumo gostar de quase todos os livros – desde romances daqueles água-com-açúcar adquiridos em bancas de jornal até clássicos da literatura ou obras de cunho filosófico e é muito raro eu não ter nada positivo para falar sobre uma obra. Raro, mas não impossível. Hoje concluí o livro que constava na minha lista de leitura para 2015 como o livro a ser lido no mês de Maio – Suave é a Noite, do autor F. Scott Fitzgerald. Com a devida vênia ao autor de romances como O Grande Gatsby (que confesso ainda não ter lido), devo dizer que “Suave é a noite” não me cativou em nenhum momento. A história gira em torno da família Diver, formada por Dick Diver, médico psiquiatra que se casa com uma jovem paciente, Nicole. Geralmente livros antigos me agradam pela maneira de utilizar as palavras ou pela descrição minunciosa de ambientes – não é o caso desta obra. Enfim, é a minha decepção literária de 2015. Longe de mim recomendar que não o leiam – pelo contrário – se desejarem, leiam! Leiam sempre! A cada um cabe julgar a leitura que lhe apetece (ou não), mas, para mim, o livro não agradou, infelizmente.

Alguém já leu e tem opinião diferente?