O amor é irmão da morte

O Amor é irmão da morte
Quem encontra o amor, morre um pouco
Fica entregue à própria sorte
Sente-se ao mesmo tempo lúcido e louco

Quem ama tem sempre um punhal na alma
E recebe no corpo um doce veneno
E se vê sangrar com tanta calma
Pois esse grande mundo, pra quem ama é pequeno

Quem ama anseia a liberdade
E livre, quer ver-se preso ao destino de alguém
Deseja percorrer o mundo da felicidade
E sempre ir mais além

O amor torna irreal a realidade
Mistura magia, vida e poesia
Faz de cada segundo saudade
Mergulha o coração em fantasia.

61 - O amor é irmão da morte

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11 comentários sobre “O amor é irmão da morte

    • Darlene R. Faria disse:

      Olá! Na 2ª estrofe eu quis descrever a sensação de amar alguém, aquela dor na alma que sentimos por medo de perder o ser amado, ou por saudade, aquela dor causada pela distância (um doce veneno), “e se vê sangrar com tanta calma” – afinal, todas essas sensações, para quem ama, são minimizadas pela alegria do ser amado, então, ficamos impassíveis perante tudo isso. “Pois esse grande mundo, para quem ama é pequeno”: Não importa o tamanho do mundo, ele parecerá pequeno, frio e sem graça se o amor não for correspondido, então, não adianta tentarmos percorrê-lo e fugir da dor, melhor é sentir, deixar a alma sangrar e torcer para tudo dar certo no final!

      Bom, é isso que eu quis dizer quando escrevi 😉

      Abraços e obrigada pelo comentário!

      Curtir

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